"APOSTASIA" Como a Organização Intimida seus Membros Eis abaixo um dos reais motivos pelos quais a maioria das Testemunhas sentem calafrios ou temem tanto falar com ex-membros que saíram por discordar dos ensinos da organização, isto é, por motivo de consciência. O que será mostrado abaixo é a maior intimidação e a mais séria ameaça aos membros que permanecem na Torre de Vigia: se mantiverem tratos - que não os "comerciais" - com aqueles que deixam suas fileiras, estarão comendo à mesa dos demônios e desagradando a Deus.
Para a maioria das Testemunhas, ser fiel à Torre de Vigia é o mesmo que ser fiel a Deus, pois ela é a organização Dele na terra. Portanto, nenhuma Testemunha poderá ocupar um lugar na tal "mesa" do opositor de Deus e de seus asseclas visíveis, esses que saíram e que agora "comem do alimento envenenado dos demônios". Não importa quem seja, a organização classificará cada TJ batizado que discordar de seus ensinos como "apóstata" e, portanto, seus fiéis membros deverão evitá-lo ou sofrerão o mesmo tratamento de total rejeição.
Exatamente uma semana após nossa saída, uma cópia igual a essa foi passada para cada um de nossos ex-companheiros e amigos da congregação que freqüentávamos por longos anos. Fomos classificados conforme descreve o artigo abaixo. Essa cópia foi entregue à minha secretária do lar, uma senhora já de certa idade que também, tempos depois, pediu dissociação. Vejamos o conteúdo:

De 1998 para cá, temos feito muitos novos e queridos amigos que um dia também decidiram não mais viver de fingimento ou tentar acreditar em todos os ensinos humanos da organização. Ultimamente, temos visto muitos abandonarem NÃO A JEOVÁ DEUS mas as fileiras da organização, evitando sentir esse terrorismo psicológico que ela geralmente produz em qualquer membro batizado que dela resolve discordar ao descobrir as centenas de artigos nos quais ela não apenas se contradiz, mas ensina aquilo que a Bíblia não diz. Nesses casos, tais pessoas sinceras tendem a dar mais atenção às palavras dessa mesma organização em um de seus artigos de "A Sentinela" (abaixo) que, à propósito, encaixa-se muito bem na situação em que nos encontrávamos no momento de decisão em outubro de 1998: